
Em quentes braços de amor, sentia uma intensa dor.
Dor essa que, pensava não suportar,
Ao me deparar
Com um tolo e simples adeus, ansiava o primeiro perecer.
Mas isso não aconteceu
E minha mãe eu vi morrer.
Todo isolamento dentre nós irmãos se juntou.
Onde amargura nunca pisou.
Exuberante e belo mundo
De músicos e poetas,
Arrastastando o preto e branco profundo
Encantadora meta
Da pequenina lagarta
A dançarina seleta
Penso eu ao dia de minha morte
Não tenho medo, mas não falo que sorte!
Creio que igual minha mãe serei
Na doença bem forte
Mesmo que não a porte
Sorriso singelo de felicidade. Demonstrarei...
Autor: Sérgio Farias